
A apresentação da seleção de basquete ontem contra Porto Rico foi ridícula. Já vi esse filme antes. Novamente fica fácil identificar que o grupo de jogadores está podre. Individualismo, falta de raça, erros infantis. Tudo isso é corriqueiro quando um grupo de jogadores de qualquer esporte está descontente com o treinador, presidente, dinheiro, companheiros de time, etc. Leandrinho é individualista e não conversa com Guilherme, que é um grande jogador mas está no banco a pedido do próprio Leandrinho para o treinador. Nenê brigou com Guerrinha, auxiliar do treinador. E há uma rixa entre os que jogam no Brasil com os "estrangeiros". No meio de tudo isso o infeliz do Lula Ferreira, o incrível treinador na seleção. Este é o pior de todos. Apático, desorientado, caminha a beira da quadra como um bêbado perdido. Nos pedidos de tempo, fala cabisbaixo, quase preguiçoso. Não pede vontade, não grita com os comandados depois de uma sequência fantástica de bobagens de seus soldados. O comando técnico não existe. É pífio.
Coloquei a foto ao lado para mostrar este jogador em especial que é o sinônimo do basquete brasileiro. Apontado como o sucessor do Oscar, Marcelinho é um erro. Este rapaz não gosta de marcar, gosta apenas de chutar de três pontos, algo que faz com alguma regularidade nos dias de mão boa. Não é criativo, não tem vibração, não é participativo no jogo. Normalmente quando o bicho tá pegando ele some da partida e é substituído. Marcar??? Que horror!!!
Enquanto tivermos jogadores com esse perfil, que só querem prazer (fazer cesta) sem cumprir suas obrigações (marcar), estaremos fadados a sofrer derrotas estúpidas com a de ontem.
Vai a merda Lula Ferreira e seus Marcelinhos.
PS: Bernardinho entende de basquete?
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