
Apelidado de golden boy colorado pelo jornalista da rádio Band, Nilmar está de volta. Andou pela França, foi para o timão, e como bom filho está de volta. Jogador de grande velocidade e ótimo finalizador. Logo que surgiu, um pouco mais franzino, ele tinha uma característica muito peculiar. Quando dava um pique pela bola, ele deixava a cabeça para trás do corpo como se fosse perde-la. A sensação era que se o pescoço falhasse, lá ia ficar a cabeça do Nilmar rolando no gramado. Agora, com os dois joelhos operados, talvez não tenha tanta explosão muscular. Quero ver ao vivo. Ótima contratação num ano horrível para o Inter.
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